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RK Motors - Tudo para seu carro, moto ou caminhão. O seu guia automotivo!
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Cada vez mais no gosto dos brasileiros, os carros com câmbio automático são sinônimo de praticidade e conforto, fazendo também com que a sua oferta aumente no mercado automobilístico.

Porque e quando trocar o óleo do câmbio automático?

Publicado em 14/09/2021, por RK Motors

Cada vez mais no gosto dos brasileiros, os carros com câmbio automático são sinônimo de praticidade e conforto, fazendo também com que a sua oferta aumente no mercado automobilístico.

 

Porque e quando trocar o óleo do câmbio automático - RK Motors

Imagem: freepik

 

De acordo com uma pesquisa realizada pela Bright Consulting, entre janeiro e junho de 2021, 55,5% dos veículos emplacados no Brasil são de transmissão automática. No mesmo período, os manuais representaram 44,5% dos emplacamentos.

 

Logo com essa inversão de comportamento de consumo, a preocupação com a troca de óleo do câmbio automático tem se tornado uma dúvida crescente.

 

Atualmente, existem diferentes tipos de câmbio, cada um com suas vantagens e desvantagens. E para entender por que a manutenção é importante, é preciso primeiro compreender as diferenças e variedades existentes no mercado.

 

Tipos de câmbio automático

 

No mercado brasileiro existem atualmente quatro opções de transmissão que dispensam o pedal de embreagem, o que exige manutenção e cuidados distintos, como alerta Marcelo Martini, Gerente de Vendas do Aftermarket da Fuchs.

 

De acordo com Martini, o câmbio automatizado é uma transmissão manual associada a um sistema eletromecânico que realiza as trocas de marcha eletronicamente, sem a necessidade de interferência humana. Já o câmbio automático convencional funciona com um conjunto de discos que, alinhado a um conversor de torque, os quais vão se acoplando para fazer a passagem das marchas.

 

Além desses, existe o câmbio automatizado de dupla embreagem (DCTF ou DSG), que utliza duas embreagens que substituem o conversor de torque, e o câmbio CVT de Transmissão Continuamente variável, que ao contrário das outras opções, não conta com engrenagem ou discos. Martini destaca ainda que seu funcionamento é feito através de uma ligação direta entre o motor e os eixos do automóvel e seu diferencial é proporcionar mais autonomia, menor gasto de combustível e conforto.

 

Troca de óleo e prevenção do câmbio automático

 

Além de lubrificar o conjunto do câmbio, resfriar a transmissão, fazer a limpeza das peças, garantir pressão para o sistema e evitar depósitos de sujeiras e borras, o lubrificante tem a função de proteger as peças da oxidação.

 

Todos esses fatores aliados ao funcionamento diferenciado do câmbio, com temperaturas e componentes internos distintos, fizeram os fabricantes desenvolverem lubrificantes específicos destinados para cada tipo de câmbio, com propriedades específicas que cumprem as demandas de forma eficiente.

 

Logo, o desenvolvimento e a validação de fluídos de transmissão automática é algo complexo, com testes específicos a serem realizados para validar a performance do lubrificante antes dos testes finais de durabilidade a longo prazo.

 

O uso incorreto ou de lubrificantes não indicados para aquele veículo pode causar, além de falhas nas trocas de marchas, o travamento do sistema de transmissão como um todo, levando a um prejuízo muito maior ao proprietário do que investir na manutenção preventiva e no uso do lubrificante correto para aquele determinado modelo de câmbio.

 

Quando trocar o óleo do câmbio automático?

 

A troca de óleo da transmissão, assim como de outros  componentes dos veículos deve sempre seguir as instruções do manual do fabricante. Mas sabemos que nem sempre isso é seguido à risca.

 

Logo, existem ‘sintomas típicos’ que sugerem quando o lubrificante já não está mais atendendo e executando a sua função.

 

Trancos, patinações, ruídos durante as trocas é sintoma de que o lubrificante já está ficando ultrapassado e que a manutenção é necessária. Este tipo de manutenção deve ser feita em uma concessionária autorizada, com profissionais e oficinas especializadas em câmbios, ou em um mecânico de confiança. Assim como os lubrificantes devem ser de qualidade e devidamente indicados para o veículo.

 

“Desta forma, a utilização de lubrificantes incorretos ou não aprovados para aquele veículo, pode ocasionar, além de falhas nas trocas de marcha, o travamento do sistema de transmissão como um todo, resultando em um prejuízo muito maior ao proprietário do que investir na manutenção preventiva e no uso do lubrificante correto para aquele determinado modelo de câmbio”, afirma Martini.

 

A dica fundamental aqui é ir de acordo com as instruções do manual do proprietário, tanto com relação aos prazos quanto ao tipo de lubrificante utilizado, que deve ser adequado e homologado pela marca.

 

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