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Fazer a troca com o motor quente? Misturar os tipos em uma emergência? Mudar o grau API e manter a viscosidade? Saiba o que pode e o que não pode quando se trata de lubrificantes

MITOS e VERDADES sobre óleos lubrificantes

Publicado em 07/07/2021, por RK Motors

Fazer a troca com o motor quente? Misturar os tipos em uma emergência? Mudar o grau API e manter a viscosidade? Saiba o que pode e o que não pode quando se trata de lubrificantes

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Trocar o óleo lubrificante é uma informação que todo mundo já sabe ou ao menos deveria saber! Mas quando falamos de lubrificante, principalmente em uma emergência, será que todo mundo sabe realmente o que é o mito e o que verdade?

 

Confira abaixo 10 mitos e verdades sobre esse assunto.

 

  1. A hora certa de trocar o óleo pela sua cor

 

Mito! Todos os óleos vão ficar mais escuros com passar do tempo. E isso é totalmente normal e não pode ser uma referência para o prazo correto de troca do lubrificante. Ao ficar mais escuro, significa que o lubrificante está cumprindo sua função de tirar as impurezas do motor.

 

  1. Lubrificantes são todos iguais

 

Mito! Cada produto possui suas especificidades que vão da viscosidade aos pacotes de aditivos, além das normas que atendem.

 

  1. Viscosidade é a característica mais importante do óleo

 

Depende! De uma maneira geral esse atributo é importante, especialmente em motores mais novos. Mas lembre-se, estar dentro da norma da montadora é igualmente importante, não só a viscosidade do óleo, como sua aditivação.  Quanto mais atual o projeto do motor, mais difícil é utilizar o óleo correto.

 

A viscosidade determina o quanto o óleo conseguirá fluir entre os componentes do motor, sendo uma medida da espessura do fluido ou a sua resistência para fluir. Essa característica é determinada para cada veículo em função da temperatura de trabalho do motor.

 

Se você usar um óleo de viscosidade mais alta do que a recomendada, pode ocorrer maior esforço na lubrificação do motor pela sua dificuldade em passar entre as peças, o que aumenta o consumo de combustível e eventualmente, pode causar algum dano. Mas, se você usar um óleo com viscosidade inferior, ele não dará a proteção correta, com falta de lubrificação nas peças móveis e risco de afetar o funcionamento do motor.

 

  1. Não misturar diferentes tipos de óleo

 

Verdade! Misturar os óleos mineral e sintético, ou mesmo com viscosidades diferentes, podem afetar peças e o motor. Em caso de emergência, você pode até fazer a mistura, mas deve trocar todo o óleo assim que possível.

 

  1. Óleo bom não envelhece

 

Mito! Todos os lubrificantes tem um tempo determinado para a troca, que deve ser respeitado. Esse prazo é estabelecido pela fabricante do veículo e está no manual do proprietário. O período ou a quilometragem podem variar, mas sempre será imprescindível fazer a troca após algum tempo. Importante frisar que os prazos costumam ser estabelecidos em meses/anos ou por quilometragem – e vale sempre o que ocorrer primeiro. Se isso não for respeitado, o óleo perde as suas características e pode danificar o motor.

 

  1. O óleo certo é aquele recomendado pela fabricante

 

Verdade! Vários testes são realizados para determinar o lubrificante adequado. Usar um produto com atributos diferentes pode comprometer o motor e suas peças, gerando gastos maiores e desnecessários com a manutenção corretiva. Por isso, é importante sempre seguir a viscosidade e a classificação do produto indicada pela fabricante.

 

  1. Tudo bem mudar o grau API se manter a viscosidade 

 

Mito! Manter a viscosidade certa e o grau API inferior pode afetar a vida útil do motor.

 

  1. Óleo para carro e moto é o mesmo

 

Mito! Cada veículo possui suas peculiaridades, especialmente com relação à aditivação. Os lubrificantes para motos, por exemplo, demandam uma aditivação diferente em função da embreagem ser lubrificada pelo óleo de motor. Ou seja, usar óleo de carro em uma moto pode causar problemas na embreagem da mesma.

 

  1. Aditivos melhoram o desempenho do motor

 

Verdade! Mas quando se tratam de aditivos já presentes no lubrificante. Não é preconizado pelos fabricantes de óleo o uso de aditivos avulsos, pois os lubrificantes com classificação mais nova já contam com a aditivação necessária. Se você utilizar um aditivo de forma errada, pode desbalancear a formulação do óleo, causando borra ou até mesmo a lubrificação ineficiente do motor.

 

  1. A troca do óleo deve ser feita com o motor quente

 

Verdade! Se a verificação do nível do óleo deve ser feita com o motor frio, a troca, é o contrário. Neste caso, é necessário que o motor esteja quente para que o óleo flua com mais facilidade e carregue a sujeira do motor. Outra dica importante aqui, é nunca deixar o nível próximo de nenhuma das extremidades, nem no máximo, nem no mínimo. O ideal é que a altura do óleo esteja entre essas duas marcações na vareta.

 




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