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Entre os dias 28 de junho e 2 de julho, uma megaoperação realizada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) de Santa Catarina, fiscalizou postos de combustíveis. O objetivo foi o combate a fraudes e irregularidades.

Megaoperação do Inmetro encontra fraudes e interdita postos de gasolina em Santa Catarina

Publicado em 06/07/2021, por RK Motors

Entre os dias 28 de junho e 2 de julho, uma megaoperação realizada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) de Santa Catarina, fiscalizou postos de combustíveis. O objetivo foi o combate a fraudes e irregularidades.

inmetro SC interdita postos

 

A megaoperação autuou 151 postos de 20 municípios do Estado e foram fiscalizadas 1.377 bombas medidoras, das quais 40 foram interditadas e 91 reprovadas. Os peritos detectaram ainda fraudes eletrônicas nas cidades de Blumenau e Pomerode, no Vale do Itajaí.

 

 “O Inmetro/SC tem trabalhado cada vez mais com empenho e afinco na fiscalização e na defesa dos direitos do consumidor. Defendendo a justa concorrência de mercado e atuando para detectar fraudes de combustível, sejam elas mecânicas ou eletrônicas“, ressaltou Rudinei Floriano, presidente do Inmetro/SC. 


Das 40 bombas medidoras interditadas, seis delas tinham fraudes eletroeletrônica, sendo duas em Pomerode e quatro em Blumenau. Os equipamentos deverão permanecer lacrados até o reparo. Os donos dos estabelecimentos receberam notificação do Inmetro, respondem a um procedimento administrativo e tem um prazo para apresentar a defesa. Já a multa pode chegar a R$ 1,5 milhão. Os estabelecimentos onde as bombas foram reprovadas têm até 10 dias para regularizar o equipamento. 


Fraude eletrônica


O ardil usado pelos postos de combustíveis é uma fraude eletroeletrônica. A falsificação permite a manipulação do interruptor de ajuste do fornecimento da quantidade de combustível que passa pela bomba.


“Consiste na manipulação de dois fios elétricos, que permitem burlar o sistema de controle da quantidade de combustível sem violar o lacre de proteção, entregando volume inferior ao pago pelo cliente”, explicou Floriano.

 




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